A expectativa ETA ostenta uma das minutas mais
extensas em termos de número de invenções já registradas em um único processo.
Este verdadeiro tratado desenvolvido minuciosamente conforme as normas
estabelecidas pelos órgãos competentes, registra em parte de seu conteúdo
“algo” ainda mais inusitado a ser analisado pela Organização Mundial da
Propriedade Intelectual.
A alegórica descritiva sugere vincular o “objeto
prático” (os inventos) mesclando-o diretamente com seus próprios “efeitos"
ou consequências, um recurso capaz de propor que o “CONJUNTO DE ELEMENTOS”
interaja com o “CONJUNTO DE EVENTOS”, ambos absolutamente “práticos”,
“precisos”, “definidos” e inevitavelmente apoiados no “CONJUNTO” apropriado.
Em resumo, a proposta busca encontrar
características tácitas relativas às “aplicações das inventividades” em
instrução Normativa prevista em Art. na Lei capaz de defendê-las por direito
quando vinculadas adequadamente às invenções.
O cerne da questão se apóia em meio à
algumas das colocações geniais de Einstein, quando propôs ao mundo a sugestão
revolucionária de que a “gravidade” não é uma força como as outras, mas a
conseqüência do fato do “espaço-tempo” ser curvo devido a distribuição de “massa
e energia”. Desta forma, Einstein acrescentou os “efeitos gravitacionais” à
teoria espacial da relatividade proposta em 1905 gerando a sua mais famosa
teoria dez anos mais tarde, a teoria da relatividade geral. Ambas as teorias
traçadas em cones tridimensionais projetados na quádrupla dimensão espaço
temporal onde quaisquer manifestações referentes à macroestrutura do cosmo
faria inevitavelmente parte de um "CONJUNTO DE ENVENTOS".
A partir desta colocação
"mágica", físicos teóricos ligados à áreas da “cosmologia” passaram a
vincular “todas as suas descobertas e definições”, “direta ou indiretamente”,
ao “CONJUNTO DE EVENTOS” utilizado por Einstein em suas teorias. Pela primeira
vez na história, registros referentes a “fenômenos cósmicos”, tais como, a
formação de estrelas de nêutrons, pulsares, magnetizares, buracos negros, anãs
brancas, entre outros fenômenos naturais, foram precisamente “equacionados” e
somente após serem “projetados matematicamente” puderam ser “constatados
visualmente” anos mais tarde devido ao surgimento de telescópios cada vez mais
modernos.
( NASA - GC 3242 em plena atividade, também conhecida como Nebulosa Fantasma
de Jupiter.) (NASA - NGC 6537, também conhecida como a Aranha Vermelha é lar
de uma das mais quentes anãs brancas já observadas.)
Esta foi a maior comprovação cientifica
da “precisão descritiva das equações” ao literalmente ganharem “vida” no papel
bem antes de serem contempladas no céu. A proteção legal do Efeito Teia de Aranha
parte deste princípio, não foi traçada na macroestrutura do
universo através da teoria da relatividade geral, mas trata-se de algo até então "indefinido"
que ganhou “formas” através do "CONJUNTO DE EVENTOS" refletindo-se
integralmente no CONJUNTO DE ELEMENTOS referente a descrição dos equipamentos ou assessórios protegidos pela forma convencional de se patentear invenções.
Fundiu-se um novo conceito analítico ao
já existente, e caso esta “sugestão” seja abdicada ou
passe despercebida pela triagem dos examinadores reponsáveis só nos resta à
eterna impossibilidade de “definições absolutamente precisas” condizentes com
as “conseqüências características de cada invenção”, serem “opcionalmente”
reivindicadas em minuta pelo inventor. Perder-se-á “vivacidade descritiva” e
uma parcela considerável de lucidez num processo evolutivo tão importante.
Contudo, o ETA tenta inovar em todos os aspéctos possíveis e
imagináveis, até mesmo quando o tema é visar proteger ao máximo uma invenção
nos incentivando a cada dia apostar mais na eficácia das leis dos homens já tão
desacreditada.
Ao iteragirmos com o Efeito Teia de Aranha somos inevitavelmente convidados a transitar pelos portais do tempo e do espaço neste vasto véu que encombre a incompreensão humana... Em condições extremas decorrentes da prática dos esportes radicais permeamos os beirais da nossa capacidade física e mental, finalmente equiparamos os nossos sentidos à razão do ser...
Aceitarmos este convite é adentrarmos à Última Fronteira do Absoluto!
Afronta ao recusá-lo,
é acreditar estar vivo sem jamais ter existido!
"O EQUILÍBRIO PLENO ENTRE O TEMPO E O ESPAÇO NA QUÍNTUPLA DIMENSÃO!