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            MAPEAMENTO DE PLANO ESPACIAL DO SURFISTA                            EM PERSPECTIVAS DE ANGULAÇÕES PROJETÁVEIS    

                                                     SOB O EFEITO TEIA DE ARANHA
 Você compreendeu alguma coisa nas linhas acima? Então, tente arriscar a sorte nas exemplificações abaixo que é bem mais simples... 
  Destaque para  a "Perspectiva Gráfica" no final deste link.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
       O corpo humano considerado perfeito é todo conectado por articulações, tais como, as dos dedos dos pés, dos pés, dos joelhos, da cintura, dos braços, entre outras. Estas articulações se encontram sob o efeito de todas as forças musculares do nosso corpo, chamadas forças internas. Estas forças interagem buscando constantemente pontos de equilíbrio em comum. Diversas forças externas da natureza também interagem neste processo e a todo o momento encontramos pontos de equilíbrio estático que se seqüenciados podem ser comparados a uma projeção de slides. Chamamos esta projeção de movimento ou se nos aprofundarmos uma pouco mais, vida!
          Com base na ilustração da figura 25a, verifica-se que a dançarina na figura (a) encontra-se em uma posição peculiar de equilíbrio. O tendão de Aquiles é o ponto principal de equilíbrio em seu corpo onde a força predominante atua. A bailarina tem um peso correspondente à sua própria força empenhada neste ato, e o diagrama de seu corpo livre, representado em (b) indica as dimensões necessárias determinadas pela força muscular para a posição representada. Contudo, W representa a força de contato com o solo. As figuras (c) e (d) ilustram a articulação passível de alongamento e o tendão receptador de força.
         Quando nos colocamos em movimento oscilatório sobre uma prancha de surfe, como ponto de partida, duas situações bem definidas despontam automaticamente: A situação do atleta sobre a prancha e a situação de ambos sobre a onda, formando uma estrutura espacial (flutuante).Dentre as articulações do corpo humano uma delas se destaca diante de tais circunstâncias. Os joelhos flexionados se transformam sobre a prancha numa espécie de “mola” sendo o centro ativo da força muscular (força interna) do atleta. O alongamento (alongação) e o encolhimento das pernas dependem exclusivamente dos joelhos na eterna busca pela estabilidade.
         Neste caso, os joelhos são predominantemente os responsáveis por sustentar toda a carga (o peso) do corpo do atleta, caracterizando uma espécie de pendulo elástico invertido. É possível determinar as características dos movimentos oscilatórios deste atleta sobre a prancha e estruturar a conservação de energia mecânica desprendida sob uma situação passível do Efeito Teia de Aranha referente ao engate ou conexão deste atleta com a prancha.
 

        Quando um corpo se encontra em equilíbrio estático, o seu peso é totalmente compensado pela força produzida por ele, neste caso, concentrada na musculatura que reveste as articulações dos joelhos, o que permite escrever, como um referencial, a condição: ∆l=(g/k).m, onde (g) é a força da gravidade atuante e (k) a constante da força empenhada nos joelhos. Esta equação estabelece uma probabilidade direta ao alongamento sofrido pelos joelhos diante da massa total do corpo do           surfista. As inúmeras alternativas das equações surgem conforme as características do evento acontecem. Uma delas consiste em verificar se as forças que atuam sobre o evento, tais como, força elástica muscular ou interna, força gravítica, força da onda do mar, das marés, entre outras, são conservativas. Ao considerarmos apenas estas forças comete-se, obviamente, a aproximação de desprezar as forças de atrito da fricção de resistência do ar que atuam sobre quaisquer eventos no interior de nossa atmosfera em grande ou em pequena escala. Nesta aproximação pode-se escrever: Epg + Epel + Ec = Cte, quando o corpo se encontra numa posição genérica de alongação (y) em triangulação com a prancha de surfe (x) (ver figura 25b). As grandezas Epg, Epel e Ec têm, respectivamente, o significado de energia potencial gravítica, energia potencial elástica e energia potência cinética.                                                  
       Define-se a origem de um novo referencial onde o peso total do atleta mais a prancha (P) gera outra força elástica (Fel) resultante do balaço de ambos sobre a onda, sendo capaz de proporcionar resistência quando ambos são lançados para baixo cada vez que o peso total tende a afundar e lançados para cima cada vez que a flutuação gerada pela prancha tende a permanecer na superfície, formando um novo pendulo elástico, as leis da dinâmica permite escrever como na equação 1 (ver figura 25b): Onde (a) pode ser a aceleração adquirida pelo surfista em cada subida à crista da onda e decida a sua base, mais uma vez, na posição de equilíbrio dada por sua alongação. Considera-se ainda que a posição ideal de equilíbrio defina a origem da energia potencial gravítica agindo na junção do atleta com a prancha passível de estar sob o efeito teia de aranha. Nestas condições pode-se escrever a conservação de energia mecânica na forma equacionaria 2 (ver figura 25b):
Mais particularmente, se o ponto (A) for o ponto de alongação máxima do corpo do surfista e o ponto (B) for a passagem pela posição de equilíbrio estático do atleta, teremos a forma equacionaria 3 (ver figura 25b): Resultando então na forma equacionária 4 (ver figura 25b): Esta equação estabelece uma dependência direta da velocidade de passagem pela posição de equilíbrio na amplitude do movimento de alongamento total do corpo do atleta.
 
              Agora imaginemos um surfista movimentando-se livremente sobre a onda possuindo seis vetores UMA, UPG, zGU, UfG, xGU e UnG de liberdade de movimento com a prancha atada aos seus pés sob o efeito teia de aranha.Levando-se em conta três posições de orientação (orientação espacial) seis equações independentes são necessárias para descrever seus movimentos, tanto do atleta sobre a prancha quanto de ambos nos vôos decorrentes de manobras aéreas. Considere um surfista cuja posição em relação à prancha ou um referencial (U), é descrita pelo vetor UPG ligando a origem de (U) à origem do referencial (G) referente exclusivamente a base do pé dianteiro do surfista e com origem nivelada do centro de massa com a prancha (U), considerando que a prancha seja uma extensão de seu corpo, ou seja, esteja sob o efeito teia de aranha. Considere um referencial (UG) vertical e horizontal em direções opostas (transversal e vertical) e com a mesma origem de (G) (pé dianteiro) como ponto de ligação conforme mostra na figura 25c. Assumindo que o corpo do surfista possui um momento linear (ML) e um momento angular (MA) paralelo em relação à onda numa determinada manobra aérea onde o corpo seja submetido a uma força resultante externa UfG e a um conjugado resultante externo em torno de(G) UnG dados pela Segunda Lei do movimento de Newton na equação 1 (ver figura 25c): 
           Assumindo que a massa total é constante e igual a (m), o momento linear é representado pela equação 2 (ver figura 25c): Assim as forças resultantes do mapeamento a seguir são dadas pela Equação de Newton representada pela equação 3 (ver figura 25c): A figura 25c visa demonstrar um mapeamento de um plano espacial em perspectiva de angulações passíveis do efeito teia de aranha. Pode-se equacionar um mapeamento de forma cumulativa semelhante ao que é sugerido na teoria da complexidade aonde diversas situações interagem. Através de artifícios utilizados na dinâmica direta ou inversa é possível calcular a matriz de inércia e os esforços ou as reações gravitacionais pelo algoritmo Newton-Euler, além das reações de atritos, de inércia, entre outros.



 

 
 
 
 
 
 

 
 
            Perspectiva gráfica do “ETA” versão Trail considerando as opções abaixo sendo aplicadas nas porções traseira e dianteira de uma prancha de surfe.
 

 

                                  
 
 
                           1ª COLUNA - Absorção de detritos (cabelos, algas, areia, entre outros.)

 
                               2ª COLUNA - Derrapagens ou desdizes (lapsos de desequilíbrio referentes ao escorregar dos pés para esquerda, para direita, para frente ou para trás.)

 
                               3ª COLUNA - Desconfortos em geral (com a manutenção, incômodos na hora da remada, ferimentos ou assaduras na pele, necessidades de adquirir outros equipamentos, tais como, raspadores, lycras para proteger a pele, entre outros.)

 
                              4ª COLUNA - Desgaste do equipamento (levando em conta que 0% signifique acompanhar o desgaste natural da prancha sem haver mais preocupações com o equipamento.)

 
                               5ª COLUNA - Conexão do Atleta versus Equipamento.                   
Os aproximadamente 65% referentes ao ETA desta versão significam uma das maiores razões da sua descoberta. Devido ao fato desses percentuais de conexão (aderência de interconexão moderada) do atleta mais o Equipamento variarem entre 30% e 75% neste esporte, o ETA promove aos seres humanos uma característica mágica ou paradoxal através da exploração das polaridades, imprescindíveis em qualquer manifestação de equilíbrio. Este efeito é capaz de ocasionar uma nova releitura da onda ou de inúmeros campos de atuação, proporcionando ao surfe a liberação dos pés do atleta ao mesmo tempo em que os prende em diversas áreas do seu equipamento.
               "A prancha passa a ser uma extensão do seu corpo!"
 

 
 
     "Através da exploração das polaridades o Efeito Teia de Aranha torna o surfista apto à conduzir sua prancha mais próxima à crista da onda, explorando novas angulações, atraindo a prancha junto ao corpo e desenvolvendo maiores velocidades para as futuras decolagens em aéreos, frontside ollie grad rail, gorkin flip, 3/6’s (360º), loopings, backside ollie, rasgadas, dropes verticais, cavadas (curva acentuada instantes após o drope), rabetadas (derrapagens ou deslizamentos da parte traseira da prancha), entre outras manobras executadas sob forte pressão (com muita força), conseqüentemente interagindo ainda mais com o seu equipamento, dosando ou administrando o E.T.A. em meio a um surfe ainda mais dinâmico e futurista."                                                                                  
 




 

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Ao iteragirmos com o Efeito Teia de Aranha somos inevitavelmente convidados a transitar pelos portais do tempo e do espaço neste vasto véu que encombre a incompreensão humana... Em condições extremas decorrentes da prática dos esportes radicais permeamos os beirais da nossa capacidade física e mental, finalmente equiparamos os nossos sentidos à razão do ser...
Aceitarmos este convite é adentrarmos à Última Fronteira do Absoluto!
    Afronta ao recusá-lo,
é acreditar estar vivo sem jamais ter existido!
 

 
 
"O EQUILÍBRIO PLENO ENTRE O TEMPO E O ESPAÇO NA QUÍNTUPLA DIMENSÃO!