O Efeito Teia de Aranha é
exatamente o oposto de um estado de levitação magnética, mas por ser um eficaz auxiliador antigravitacional foi possível
mesclá-lo em determinadas circunstâncias dentre algumas invenções
inusitadas que conhecerão a seguir..."
No decorrer dos avanços tecnológicos será inevitável a implantação em massa de diversos sistemas magnéticos
simples de sustentação e/oude
sustentação eletromagnética e/ou de sustentação eletrodinâmica e/ou de
sustentação supercondutora, entre outros... No caso dos trens de levitação
magnética, estes sistemas se tornam repletos de complexidades extras devido à
necessidade de gerar campos magnéticos cada vez mais poderosos viabilizando
maiores níveis de transmissão de energia para que os trens atinjam altíssimas
velocidades. Nas plataformas de levitação magnética projetadas nesta patente de
invenção, além da presença dos campos magnéticos de oposição passíveis de
oscilações sutis de movimento, todo e qualquer movimento capaz de gerar
velocidade ou aceleração é impulsionado pela força humana em interação com a
força gravitacional, sendo esta uma importante vantagem em meio às
complexidades de sistemas cujas pretensões de atingir altíssimas velocidades
oneram os custos de um modo geral. Contudo, diante de uma situação passível de
levitação magnética caracterizada pela influência direta da força humana em
interação com a força gravitacional ao existir aceleração entre os corpos, um
novo horizonte de possibilidades desponta bem diante de nossos olhos.
Este objeto aéreo não identificado é uma vista superior de
um “sapo monge” (quem dera!) levitando em um campo magnético produzido pela corrente
em um solenóide vertical abaixo dele. A força magnética de oposição do
solenóide age sobre o sapo equilibrando a força gravitacional. Esta situação
não provoca desconforto ao sapo, muito pelo contrário, dá a ele a sensação de
estar flutuando na água de que os sapos adoram. Entretanto, um sapo não é um
ímã. Como, então, pode haver uma força magnética agindo sobre o sapo?
Neste caso a explicação para este fato está em nós, seres vivos, sermos
materiais “diamagnéticos”. Ou seja, quando somos colocados em um campo
magnético externo de intensidade muito forte, apresentamos um momento de
"dipolo magnético" (nos imantamos). Na exemplificação do sapo,
ele foi colocado sobre o campo magnético criado pela passagem de corrente
provocada por um solenóide, pois assim podemos controlar a intensidade do
campo magnético, controlando a intensidade de corrente que passa pelo sapo. Todos
os átomos do "anfíbio voador" foram repelidos para cima, para longe
da região de campo magnético mais forte afastando-se do solenóide até
que a força magnética de oposição equilibrasse a força gravitacional.
Por sermos seres
diamagnéticos em breve será absolutamente possível a construção de solenóides
poderosos o bastante para nos fazer levitar através do “diamagnetismo” (a
levitação dos sonhos), mas enquanto isto não acontece existem outros processos
bem diferentes de levitação magnética capazes de fazer trens de diversas
toneladas levitarem sobre os trilhos e atingirem velocidades jamais alcançadas
no setor ferroviário.
Em todo o mundo este é o primeiro protótipo de um "flyers" (patins de levitação magnética) já apresentado.
Os flyers, patins de levitação magnética, são peças recarregáveis,
semelhante ao processo utilizado nos celulares. A recarga potencializa o campo
magnético dos flyers em contato com a plataforma de levitação magnética, no
caso, a pista de patinação. Cada flyers apresenta na porção interna do solado
magnético, uma roda única transversal denominada LP (Long Player) que atravessa
os flyers ficando exposta somente nas extremidades laterais. Esta roda única
literalmente vale por duas e a sua função é dar ao patinador plenas
condições de efetuar curvas e realizar manobras. Inclinando os
flyers num ângulo de aprox. 45º para a direita ou para esquerda a protuberância
lateral escolhida do LP inibe a ação do campo magnético de oposição, permitindo atrito
com a pista e gerando impulsão num sistema inédito de navegação.
A extremidade
dianteira, a ponteira emborrachada do flyers possui a mesma qualidade
inibidora do campo magnético de oposição, sendo um excelente freio de apoio
quando é projetada na pista, permitindo aumentar ou baixar a velocidade. Ao
tocar a extremidade traseira do flyers na pista é acionada uma pastilha de
freio magnético capaz de gerar um campo magnético de atração (ETA). Este freio
magnético pode agir alternadamente com a ponteira dianteira do outro flyers ou
vice-versa, buscando angulações propícias para a execução de diversas manobras
ou freadas mais bruscas decorrentes de ocasiões emergenciais
Na ilustração abaixo uma mesa de bilhar magnético simulando também uma pista de
flyers (patinação por levitação magnética)
No bilhar magnético, ou seja, no flysnooker, uma situação passível
de levitação magnética, se estável, não exerce quaisquer alterações no curso
das tacadas decorrentes de desníveis na mesa. Neste jogo fica por conta exclusiva da
destreza de cada jogador encaçapar as bolas. Particularmente, a mesa de
flysnooker, opcionalmente exerce funções bipolares de atração e repulsão dos
campos magnéticos, exemplificando que uma pequena região circular no centro da mesa, denominada buraco negro, pode ter a propriedade de gerar o ETA atraiindo a bola . É possível dependendo da perícia do jogador parar a bola sempre no centro da mesa após executar suas tacadas
obtendo uma melhor visão de jogo. Esta pequena esfera central de atração
magnética denominada de buraco negro, também pode ser utilizada em tacadas
onde a bola a ser encaçapada se encontra fora de um ângulo retilíneo de contato
devido ao congestionamento das bolas na mesa geralmente em início de partida.
Contudo, se a tacada for com pouca força e próxima ao buraco negro, a força do
campo magnético irá interferir na direção da bola curvando-a e ajudando o jogador a acertar na bola desejada sem tocar nas demais.
No flybolim, pebolim por
levitação magnética, através de conectores magnéticos aplicáveis aos jogadores
é possível alternar durante uma partida a ação dos campos magnéticos de cada
jogador. Os bonecos que representam os goleiros podem gerar o ETA recebendo um
conector de atração magnética em sua base simulando com muito mais realismo
grandes defesas. Fica a critério dos jogadores de flybolim montarem seu time
como se fossem verdadeiros técnicos de futebol. Os bonecos que representam os
jogadores no ataque podem exercer força de oposição magnética à bola dando
maior vivacidade aos dribles e dinamismo ao jogo naquela região do campo. Na
defesa, os jogadores podem atrair a bola simulando excelentes zagueiros. Neste
jogo magnético é possível elaborar planos e esquemas de acordo com as
deficiências de cada adversário ou conforme as necessidades de cada partida.
Isto sem enumerar as vantagens da bola estar num estado de levitação magnética.
Nas pistas de flyliche,
boliche por levitação magnética, a precisão na rota da bola é bem semelhante ao
que acorre no flysnooker e no flyebolim devido a ausência atritos. Neste jogo,
os pinos possuem a propriedade de gerar o ETA em relação à bola ou se opor à ela
conforme a ocasião. Esta interação dos campos magnéticos pode fazer um pino
cair sem mesmo a bola tocá-lo dependendo da proximidade de ambos. As pistas de
flyliche também podem ser subdivididas pelo nível de cada jogador, por exemplo,
opcionalmente um campo eletromagnético de atração à bola pode traçar um caminho
retilíneo na área central da pista e dependendo da força empenhada pelo jogador
conduzir a bola aos almejados straikers, tornando este jogo bem mais dinâmico e
emocionante para os iniciantes e sendo um grande incentivo para as crianças
enquanto os pais se divertem na pista ao lado (para profissionais).
A mesa de
carteado (na figura ao lado) também pode exercer funções bipolares de atração e repulsão às cartas.
Por exemplo: Nos cassinos um croupier experiente joga as cartas exatamente nas
mãos dos jogadores, mas os jogadores amadores não possuem a mesma habilidade ao
manipulá-las. Estas mesas de levitação magnética são também geradoras do ETA e demarcam exatamente onde as cartas
estancam impedindo-as que caiam da mesa. Preferencialmente, as cartas de um
baralho passível de levitação magnética são confeccionadas com fragmentos de
materiais magnéticos (como grãos de areia) para que esta adição não influencie
na flexibilidade imprescindível das cartas de baralho. Se uma mesa permite no
máximo cinco jogadores, existirão cinco pequenas regiões à frente de cada
jogador geradoras do ETA onde as cartas são atraídas magneticamente ao serem
arremessadas para os respectivos participantes. Uma região central de baixo
poder de atração magnética (buraco negro) permite que as cartas passem pelo
centro da mesa quando arremessadas com mais força, mas as retém com menor força
no centro da mesa conforme a necessidade de cada jogo. Nas demais regiões as
cartas são passíveis de levitação magnética. Contudo, com uma única arrastada nas
cartas o jogador as retira de uma região geradora do ETA para uma região de
levitação em que os dedos tenham acesso à superfície inferior das cartas para
pegá-las com todo o conforto.
No flyskate, uma modalidade extremamente futurista
do skate a ser executada em pistas compostas de rampas, halfs, beng’s, etc, a
ausência de atritos do flyskate com a plataforma de levitação magnética além de
tornar este esporte bem mais silencioso, sem existir a necessidade de
rolamentos, rodas, eixos, truks, etc, faz toda a diferença na execução das
manobras que geralmente são avaliadas pela altura alçada nos vôos devido a
maiores níveis de velocidades.
Os equipamentos de segurança, tais como,
joelheiras, capacetes, cotoveleiras, caneleiras, entre outros, são passíveis de
amortecimento nas quedas através da força de oposição antes mesmo que o esportista toque o solo. Os equipamentos de
segurança formam campos magnéticos a
partir da interação com a pista, protegem e possibilitam que o esportista
retome à posição de equilíbrio nas quedas, uma vez que ao serem projetados na
pista é possível continuar uma manobra por intermédio de joelheiras e
cotoveleiras igualmente passíveis de levitação magnética.
Um shape de levitação
magnética se recarregável potencializará a força do campo magnético de oposição
gerada sempre quando em contato com a pista, mas pode também possuir outros
recursos como o revestimento completo da superfície inferior externa com
materiais passíveis de levitação magnética, tais como, imã(s), e/ou grafite
pirolítica (carbono) e/ou bismuto e/ou alumínio e/ou até mesmo mini bobinas de eletroímãs.
Contudo,
se preparem porque cedo ou tarde, nós, nossos filhos ou netos
levitaremos em uma nova era repleta de muito emoção...
Na figura abaixo podemos observar o ETA agindo sob o skatista e o shape e também em interação com outro efeito da natureza capaz de fazer os corpos
levitarem, a oposição magnética.
"Num futuro próximo as "rodas" em quaisquer veículos de locomoção serão peças completamente obsoletas e poderemos, por exemplo, fazer nossas compras em supermercados de levitação magnétíca, capazes de fazerem carrinhos de compras flutuarem por entre às gôndulas. Muito provavelmente, as embalagens dos produtos sairão de fábrica com a qualidade de gerar o Efeito Teia de Aranha ao interagirem com outras embalagens e plataformas especiais, evitando as quedas de inúmeros produtos, acidentes e dispensando custos altíssimos na fabricação de displays para acondicioná-las, uma vez que estas embalagens já exercem a função de ser seu próprio displays ao interagirem entre si e plataformas especiais...
É só darmos um pouco de asas à nossa imaginação que somos absolutamente capazes de realizar nossos sonhos!"
Ao iteragirmos com o Efeito Teia de Aranha somos inevitavelmente convidados a transitar pelos portais do tempo e do espaço neste vasto véu que encombre a incompreensão humana... Em condições extremas decorrentes da prática dos esportes radicais permeamos os beirais da nossa capacidade física e mental, finalmente equiparamos os nossos sentidos à razão do ser...
Aceitarmos este convite é adentrarmos à Última Fronteira do Absoluto!
Afronta ao recusá-lo,
é acreditar estar vivo sem jamais ter existido!
"O EQUILÍBRIO PLENO ENTRE O TEMPO E O ESPAÇO NA QUÍNTUPLA DIMENSÃO!