HOME      Na rota do Surfe... Na Mira da Teia!

                                                              
                                          

 
     

           E.T.A.

  Na rota do surfe

 
 
     Em meados da era medieval (risos) a parafina era espalhada praticamente na prancha toda e muitas vezes até nos cabelos. Este derivado do petróleo “heroicamente” vem se mantendo presente nos pódios. Excluindo o surfe, "estranhamente" em nenhum outro esporte considerado "moderno" executado sobre pranchas a parafina é utilizada. Certamente, por priorizarem as manobras aéreas, visando serem por demais radicais e conseqüentemente liberarem o máximo de adrenalina possível no corpo do atleta.

     A evolução deste magnífico esporte, o surfe, originou uma infinidade de manobras complexas e aéreas que seriam inconcebíveis imaginá-las no exato instante em que a parafina foi pela 1ª vez aplicada numa prancha supostamente de madeira. No surfe contemporâneo, a “saturada parafina” vem claramente perdendo terreno nesta evolução, se restringindo apenas a ser aplicada na porção dianteira da prancha, não apresentando mais uma aderência adequada na porção traseira, devido ao surgimento de “decks de borracha antiderrapante” cada vez mais aderentes e anatômicos, conseqüentemente proporcionando manobras bem mais precisas sem grandes lapsos de desequilíbrio!

     Os “decks de borracha” convencionais geralmente são dispensados de serem aplicados na porção dianteira da prancha por ferirem os mamilos, o peito e a barriga dos esportistas. Por mais que a borracha seja especial e conseqüentemente “cara” induz os surrfistas a usarem uma lycra ou algo equivalente que evitem estes ferimentos e assaduras, deixando-os inevitavelmente marcados pelo sol.

     Talvez a parafina jamais deixe de existir nas pranchas de longboard, já que nesta modalidade que praticamente originou o surfe, raramente presenciamos manobras aéreas, e a preservação das raízes junto à sua “exacerbada flutuação” eminente, parecem ser as principais razões deste esporte existir.  
 
                       

     A partir do momento em que as “pranchinhas” entraram em ação, dominaram geral e essas “raízes” deram espaço às aerodinâmicas super arrojadas e revolucionárias... Para acompanhar esta “explosão tecnológica” a parafina precisou passar por grandes transformações, principalmente em sua formulação, desencadeando outros inconvenientes, uma vez que para cada temperatura d’água é necessário um tipo especifico de parafina, permitindo total desarmonia com o tempo ou com aqueles usuários que viajam freqüentemente, sempre expostos a climas completamente diferentes.

      A última novidade da parafina foi criada por um brasileiro, sendo embalada em bastões (tipo cola Print) tentando evitar ao máximo o ressecamento deste produto e absorções de areia e outros detritos. Outro grande desconforto reside no fato da parafina ter que ser reaplicada antes de cada seção esportiva, ficando a mercê dos aborrecíveis “desníveis de aderência” que tanto prejudicam a precisão das manobras. Fora os custos deste produto que se forem devidamente computados não são tão baixos quanto aparentam.

       Na clara era dos decks antiderrapantes ganhando terreno sobre as superfícies das pranchas surgem os equipamentos mais inusitados nos mercado... Uma opção conhecida, mas pouco utilizada por suas inconveniências, são as alças fixas à prancha ou os deks com cavidades que simulam as alças fixas. Estas são ainda mais obsoletas no caso do surfe, pois obrigam o surfista a colocar seus pés sempre no mesmo lugar para alçar os vôos, além de causarem certo desconforto na hora da remada, ficando algumas saliências entre o peito do atleta e a prancha.

     Estes equipamentos considerados “modernos” para execução de aéreos geralmente “imobilizam” os pés  ou até mesmo as mãos dos usuários fazendo do "pobre surfista" parecer um peão de boiadeiro cavalgando na prancha (uma catástrofe em termos de aceitação). Equipamentos de fato inovadores como os geradores do "ETA" elaborados com uma enorme preocupação com o bem estar dos esportistas ao utilizá-los se conectam ao mais leve toque dos pés, proporcionando total “LIBERDADE” para pisar e retirar os pés na hora que bem entender, em diversas regiões e sem restrições no equipamento.

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        Algumas versões geradoras do ETA nunca foram ou serão testadas por serem quase impraticáveis, uma vez que este é um "sistema" de inúmeras combinações de equipamentos. O E.T.A. não foi desenvolvido exclusivamente para dar aéreos, muda a forma de interpretar a onda mostrando uma nova releitura do campo de atuação, auxiliando o equilíbrio em quaisquer manobras, possibilitando criar novas manobras com maior facilidade.. No momento do drope já é possível perceber seus efeitos e a segurança que estes equipamentos característicos proporcionam...

        Podemos observar facilmente na evolução dos esportes mais modernos com prancha a fixação dos pés dos usuários, delimitando espaços, como é o caso do wake, kite, snow, tow-in, entre outros, que por sua vez proporcionam uma "sensação claustrofóbica" ao praticante, sendo um dos principais motivos para o surgimento de novas modalidades esportivas que se restringem a campos de atuação cada vez menores ao invés de acontecer o inverso... As manobras de alto risco, com maior “grau cúbico de adrenalina” no sangue, são as manobras concebidas em grandes desfiladeiros na neve, ondas grandes, altíssimas velocidades em represas, etc., e que não fazem parte do repertório de manobras visto no snowsurf, snowskate, wakesurf, wakeskate, kitesurf quando executado com prancha sem alças fixas.. É previsível que o futuro do surfe e destes esportes está no maior número de manobra possivelmente executadas nos ambientes mais pitorescos da terra e em altíssimas velocidades... Entretanto, o E.T.A  é capaz de “equilibrar” a liberdade almejada pelo esportista com a “conexão” dos esportes de maior risco que por prudência nos fixamos aos respectivos equipamentos para gerar maiores níveis de segurança em diversos ambientes, consequentemente, desembocando em um novo conceito no esporte, absolutamente peculiar e inovador... Sem este “equilíbrio”, ñ existiria o Efeito Teia de Aranha, algo a ser estudado e gerado por diversos equipamentos, os mais inusitados, buscando maior eficácia em termos percentuais gradativos de conexão do atleta com seu equipamento fazendo-o interagir ainda mais com ele.. Se projetarmos alguns investimentos neste projetos no mercado é possível prever uma disputa ferrenha entre marcas rivais referentes àqueles equipamentos que tiverem o melhor desempenho para usufruir do E.T.A. nas situações mais adversas do planeta... Contudo, é inegável estarmos diante de uma grande inovação no esporte capaz de nos remeter a novas experiências sensoriais além de nos impulsionar pro futuro...
                

                 
  




 
 
 
 
 
 











 



 


 

 
   





Assim fica fácil compreender por que o ETA gera maiores níveis de estabilidade!
 


  
 

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Ao iteragirmos com o Efeito Teia de Aranha somos inevitavelmente convidados a transitar pelos portais do tempo e do espaço neste vasto véu que encombre a incompreensão humana... Em condições extremas decorrentes da prática dos esportes radicais permeamos os beirais da nossa capacidade física e mental, finalmente equiparamos os nossos sentidos à razão do ser...
Aceitarmos este convite é adentrarmos à Última Fronteira do Absoluto!
    Afronta ao recusá-lo,
é acreditar estar vivo sem jamais ter existido!
 

 
 
"O EQUILÍBRIO PLENO ENTRE O TEMPO E O ESPAÇO NA QUÍNTUPLA DIMENSÃO!